Esta semana a Norma IFRS S1 e S2 foi lançada para tratar as questões ESG nas companhias. Desta vez, vindo da IFRS, traz mais peso e relevância para o tema com forte tendência regulatória para as empresas de capital aberto. Contudo, o ponto a se levantar é que todas as Normas (Standards) e Frameworks não são apenas para relatar e divulgar os itens requeridos nas diretrizes, e sim para levar as questões ESG à Governança, C-level e às diretorias executivas – existem vários requisitos sobre isso. Os cadernos do IFRS S1 e S2 trazem como cerne de seu conteúdo principal a SUSTENTABILIDADE E O CLIMA inseridos tanto na governança, na estratégia, na gestão de riscos, quanto nas métricas e metas.
As companhias precisam entender como suas operações se relacionam com as questões ESG do ponto de vista do impacto e da dependência, como por exemplo o capital natural. Fazer a lição de casa: analisar materialidade, estudar, avaliar cenários, revisar, implementar, calcular, conectar, definir planos e metas. Além disso, definir estratégias, revisar operações, processos, serviços, produtos e o modelo de negócio!
É necessário possuir história e repertório para formar um relatório ESG robusto com base no IFRS S1 e S2 ou em outra Norma, assim como escrever um livro, tem que ter enredo.
Não tem EBITDA sem PLANETA e sem PESSOAS!